
Inaugurando a série de entrevistas no meu podcast Quem Lê, Quem Escreve (clique aqui), recebi a pesquisadora Daíse Galvão Freire, professora da rede estadual de ensino, mestra e doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) para uma conversa sobre um tema importante e carregado de polêmicas: a educação prisional. O diálogo pegou como gancho a Educação de Jovens e Adultos (EJA), um dos objetos de estudo dela na área acadêmica.
Na entrevista, Daíse Galvão destacou a tentativa de setores ditos conservadores de tornar invisíveis os presídios e as pessoas que neles cumprem medidas de restrição de liberdade. Para a pesquisadora, cuja dissertação de mestrado (de 2016) focou em estudo de caso com 10 internos de uma das maiores penitenciárias potiguares – conhecida como Alcaçuz -, a visão construída pela sociedade tem cargas ideológicas fortes de rejeição à figura do detento e, ainda mais, à possibilidade deste se reinserir na vida social. “As pessoas, de uma maneira geral, querem acreditar que os presídios nem existem”, frisou durante a conversa.
Acima, disponibilizo o conteúdo integral da entrevista, que também está postada nas plataformas Substack, Apple Podcasts e Spotify.






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